Revista

edicao 04 - 3

Histórias de mãos em mãos

Estudantes relatam como é a inclusão de pessoas
Surdas numa escola comum de Contagem / MG

Por OZANA VERA GIORGINI DE CARVALHO,
MARIA AP. AMIN DE OLIVEIRA,
MARIA LÚCIA MANSUR DE OLIVEIRA e
HELOÍSA MARA DOS SANTOS CAMPOS



Resumo
O projeto pedagógico intitulado Histórias de mãos em mãos foi desenvolvido na Escola Municipal Vasco Pinto da Fonseca em 2008 e teve como resultado a produção de um documentário que tem o mesmo título. O trabalho de construção do documentário foi realizado em um ano e nele os estudantes da escola fizeram depoimentos de como eles percebem as relações entre as pessoas surdas e ouvintes no cotidiano de uma escola comum.

Palavras-chave: Inclusão Escolar, Surdez, Libras – Língua Brasileira de Sinais.


Introdução
Na região metropolitana da Grande Belo Horizonte as crianças surdas geralmente são matriculadas em escolas especiais para surdos como a Escola Especial Estadual Francisco Sales e o Instituto de surdos e mudos Santa Inês. Nestas escolas especiais, as crianças surdas convivem somente com outros surdos facilitando desta forma, o aprendizado da língua de sinais. Um dos problemas que as famílias e o próprio surdo enfrenta é o fato das crianças percorreram grandes distancias para estudarem nestas escolas, visto que a maioria mora bem distante do bairro Barro Preto onde se localizam as escolas. A criança surda passa a ser responsável pelas idas e vindas de grande parte dos familiares,pois embora ela receba um cartão de passe gratuito para ir estudar nestas escolas, ela precisa do acompanhante maior de idade. Estando matriculada nestas escolas especiais, a criança surda aprende a comunicar em Libras – Língua Brasileira de Sinais e não tem contato com as crianças ouvintes e as crianças ouvintes também não aprendem a comunicar com a criança surda, uma vez que não existe um contato no dia a dia. A língua de sinais fica assim restrita a um grupo de pessoas. Esta situação gera o que chamamos de segregação, separa um grupo de pessoas num determinado espaço justificando que ela precisa trabalhar suas especificidades visto que ela não tem as mesmas condições que as demais pessoas comuns. Por muitos anos, este modelo de educação foi aceito, mas as leis mais recentes do país trazem outros apontamentos.
A Constituição Federal do Brasil no artigo 208 cita que a criança com deficiência tem que estudar o mais próximo de sua casa, preferencialmente, e a escola comum tem que oferecer o atendimento especializado em outro turno. O atendimento especializado para as pessoas surdas deve ser, portanto oferecido dentro da escola comum e deve priorizar o aprendizado de Libras como primeira língua e o aprendizado do português escrito como segunda língua. Este tipo de educação é denominado de Educação bilíngüe.

O projeto piloto de Educação de Surdos no município de Contagem foi implantado em 2006 com o intuito de oferecer a educação bilíngüe para as crianças surdas o mais próximo de suas residências e desta forma, as crianças ouvintes poderiam conviver com as pessoas surdas. O projeto contava com duas professoras ouvintes, usuárias de Libras e um instrutor surdo. Pela primeira vez na história educacional de Contagem, havia dentro da escola comum uma pessoa surda responsável por ensinar a Libras para os estudantes surdos e ouvintes. No ano de 2006, as crianças surdas estudavam em uma classe especial e nas aulas de artes e educação física eles estudavam junto com os estudantes ouvintes. No ano de 2007, duas turmas de surdos foram organizadas a partir da idade dos estudantes. Uma de crianças e outra de adolescentes. No ano de 2007, os professores destas turmas resolveram resgatar a história de como começou a educação de surdos no município de Contagem e levantar depoimentos de como os surdos e os ouvintes viam esta convivência no interior da escola e neste mesmo ano, a escola foi convidada a participar de um concurso da Fundação Instituto Arcor através do programa Minha escola Cresce – 5ª edição. O concurso objetivava patrocinar projetos inovadores e o projeto Histórias de mãos em mãos recebeu o patrocínio do Instituto e da Prefeitura de Contagem. O projeto tinha como objetivo mostrar, através de um documentário, como as crianças e adolescentes da escola, sejam surdos ou ouvintes vêem a inclusão escolar. As falas dos estudantes ouvintes foram traduzidas para Libras através de meia tela para o tradutor e as falas dos estudantes ouvintes foram dubladas para o português pelos próprios estudantes ouvintes. O projeto que foi dirigido pelo Cineasta Leonardo Santos foi concluído depois de um ano. O documentário foi exibido na escola Vasco Pinto da Fonseca nos três turnos e divulgado no site da prefeitura, do Instituto Arcor e no Congresso Internacional do INES (Instituto nacional de Educação de surdos) no estado do Rio de Janeiro em 2008 em forma de banner.


A importância de relatar a história do projeto
As crianças e adolescentes surdos da escola municipal Vasco Pinto tinham um grande desafio pela frente: relatar fatos passados e eles tinham muita dificuldade em lembrar, pois estavam aprendendo ainda a usar a Libras. Foi preciso o resgate de muitos documentos, principalmente fotos e vídeos, e eles foram lembrando dos momentos.
Outro grande desafio foi a participação dos estudantes nas oficinas de cinema digital. O cineasta não sabia comunicar com os estudantes surdos, mas ele, juntamente com seu assistente, esforçava em comunicar olhando para os estudantes surdos. Havia um intérprete que estava traduzindo todas as informações, mas na maioria das vezes, os estudantes não conheciam os sinais que o interprete traduzia, porque os sinais eram novos, o assunto era muito novo. O momento que marcou a turma foi quando o cineasta falou sobre a história do cinema, trouxe filmes antigos, falou dos irmãos Lumiere que introduziram as técnicas de filmagem e falou da introdução dos efeitos especiais nas filmagens. A turma de surdos pediu para parar a tradução e perguntaram para o cineasta o que era efeito especial. As professoras não sabiam explicar e nem o intérprete. O cineasta teve a idéia de filmar um estudante na hora e depois filmar outro e fez uma montagem na hora com as filmagens, de forma que ele fazia aparecer um estudante e como que um fantasma aparecia de novo e fez várias proezas com as imagens. Quando os estudantes surdos se viram nas filmagens e nos efeitos ficaram admirados.

Os estudantes surdos e ouvintes tinham que passar por entrevistas com o cineasta para aprender a lidar com as câmeras, luz, inibição e o olhar. Muitos estudantes surdos não compreendiam as perguntas feitas porque o cineasta ainda não sabia lidar com estudantes surdos, fazia pergunta muito abstrata e os estudantes surdos mais novos não entendiam. Formou neste momento um grupo de estudantes surdos mais velhos, de idade de 12 e 13 anos e explicavam para o cineasta como ele deveria perguntar pela idade do estudante. Não adiantava fazer o sinal de idade, tinha que fazer a mímica do bolo e assoprar as velinhas. Desta forma, os surdos menores compreendiam o que era sinalizado.

A medida que os estudantes viam as fotos de como eles começaram no projeto, eles foram recordando dos momentos da inserção na escola. Lembraram até de outras escolas que estudaram, de colegas que não estavam mais na escola que foram para outra cidade e até um colega deles que morreu afogado no rio em Nova Contagem. Eles lembraram também dos momentos de inserção no mundo da escrita, o livro que produziram quando eles visitaram uma estação de trem, a RFCA. Ficaram admirados quando viram os vídeos da época em que eles começaram a usar a Libras, riram quando viram que eles mexiam com o braço para cima e para baixo ao realizar a datilologia do nome.

Eles faziam os relatos da história e depois o cineasta levava as imagens para a sala de aula e eles se viam nos filmes. Faziam críticas sobre o que tinha sido relatado. O interessante é que os estudantes podiam ver o que eles relatavam. Este tipo de atividade vai de encontro com o argumento que Ronice Muller Quadros, 2006, sugere sobre alfabetizar crianças surdas, quando ela diz que é importante que a história dos surdos seja relatada e filmada para que eles se vejam como produtores, ela ainda diz que estas histórias podem ser contadas de mãos em mãos. Foi esta frase de Quadros que inspirou o título do projeto.

Depois de um ano de trabalho, o vídeo ficou pronto e cada estudante surdo recebeu o DVD e puderam mostrar aos seus pais que eles poderiam produzir o relato de sua história, e eles entraram para a história do município de Contagem, pois foram os primeiros surdos a estarem matriculados num projeto de educação bilíngüe. Vários pais relataram que quando chega um familiar, um amigo, na casa do estudante surdo, a primeira atitude deles é mostrar o filme. Passam muitas vezes o período da manha vendo o filme e desta forma estabelece a comunicação entre a criança surda e o pai, que normalmente está alheio aos acontecimentos em torno do filho surdo. Mostrando a imagem e fazendo o sinal da imagem projetada é uma forma de ensinar aos pais um pouco de Libras.


O manuseio com a filmadora e o uso das novas tecnologias
Lidar com a câmera, com a luz, com a máquina fotográfica e com o computador foi uma novidade não só para os estudantes surdos, mas também para os ouvintes que ficaram muito gratos ao serem convidados para participar do projeto. Ao realizar as filmagens em lugares diferentes do ambiente escolar, os estudantes ficavam constrangidos, mas depois eles foram auxiliando o assistente técnico do cineasta a explicar para o que era filmado o enquadramento correto. Diziam que não podiam abrir tanto as mãos para fazer o relato senão não dava para filmar o relato em Libras. Aprenderam também a fazer o tão famoso zoom. Mostrar imagem mais perto, mais distante. Isto sim foi o espetáculo do momento. O cineasta também foi na casa de dois estudantes, levando todo o equipamento. Foram realizadas entrevistas com alguns pais e irmãos. Desta forma, também os surdos mostraram um pouco de suas vidas. Nayara Fernandes Morais, adolescente surda de 13 anos mostrou que sabia conversar com amigos no MSN, que ajudava a mãe numa escola infantil. Alex Felix, adolescente surdo de 17 anos mostrou a sua casa, o gato que tinha e a sua família.
Quando recebemos a verba que o programa Minha escola cresce ofereceu, decidimos comprar um notebook para a sala de aula. Desta forma, poderíamos lidar com as novas tecnologias sempre. Os estudantes passaram a ver as fotos que eram tiradas nos momentos das filmagens e escrever no editor de texto, o Word sobre as experiências vividas. Acostumaram também a serem filmados, não se sentiam inibidos e as filmagens eram aproveitadas, pois a turma poderia discutir mais tarde se os sinais utilizados estavam corretos, se havia muito erro nas configurações de mãos, se os classificadores utilizados estavam claros no relato.

O diretor da escola viu que os estudantes estavam bem mais soltos e envolvidos com o projeto e ele resolveu colocar banda larga no notebook e desta forma os estudantes passaram a utilizar a internet para resolver problemas. Um dos grandes problemas era quando a professora ou a instrutora de Libras fazia um sinal que os estudantes surdos não conheciam. Então era só digitar no google a palavra e depois pedia que mostrasse a imagem. Foi deste jeito que eles entenderam o que era satélite e como funciona a busca da imagem do satélite. Através do google puderam digitar o nome do seu bairro e foram vendo as ruas perto de suas casas até encontraram as suas casas.


As entrevistas com os jornalistas
No dia da exibição do filme, foram convidadas pessoas ligadas a Secretaria de Educação de Contagem. Muitos compareceram: o diretor de Inclusão da SEDUC, as professoras da Sala de recursos (local onde os estudantes surdos têm o atendimento especializado), e também uma jornalista de Contagem. Ela assistiu ao filme e depois quis entrevistar as pessoas envolvidas. Foram escolhidos três surdos para darem as entrevistas. Uma das escolhidas, Eduarda Magalhães, 8 anos relatou para a jornalista que gostou do filme por mostrar a história do surdo para as pessoas conhecerem e saber como é importante aprender a Libras. Outra estudante, Nayara Fernandes, idade 13 anos, relatou que trabalha na escola de Educação Infantil de sua mãe no período da manhã e estuda na parte da tarde. A jornalista descreveu que ela se sentia muito envergonhada por estar sendo entrevistada no primeiro momento, mas depois Nayara disse que tudo seria mais fácil para os surdos se a maioria das pessoas soubesse a Libras. Ela ainda está em fase de aprender o português e sonha em ser médica e isto só será possível se todos tiverem a consciência da inclusão. “Mas isso depende da escolha de cada um”, afirmou. Estas entrevistas foram divulgadas no site da prefeitura de Contagem em 17 de dezembro de 2008. Depois uma rede de TV de Betim foi á escola para entrevistar os estudantes. Foram convocados os estudantes surdos e ouvintes. O secretário de Educação do município também compareceu nesta entrevista e ele deu entrevista juntamente com os estudantes surdos. O significado relevante de tudo isto é que os estudantes surdos foram os protagonistas das entrevistas e da produção audiovisual. Eles não eram os “ajudados” e nem os “necessitados”, mas as pessoas que protagonizaram o processo da produção do documentário.


O ponto de vista de cada um sobre a inclusão
Tanto os estudantes surdos quanto os estudantes ouvintes puderam expressar no documentário o que sentiam um pelo outro sobre as relações no interior da escola. Um grupo de estudante ouvinte disse que levou um susto quando um estudante o empurrou e ele olhou esperando desculpas, mas o colega saiu correndo e ele não entendeu nada. Depois ficou sabendo que ele era surdo e passaram a comunicar em Língua de Sinais. Outro grupo de estudantes relatou sobre o momento de jogar futebol com um colega surdo. Disseram que durante o jogo eles ficam gritando “passa a bola” e o colega surdo mexe com a mão e não passa a bola. Eles esquecem que o colega é surdo e que não adiantava ficar gritando. Eles reconheceram que eles também, ouvintes, não gostam de passar a bola. Mas depois de conversarem com o surdo, arrumaram um jeito de dizer com as mãos para passar a bola porque o colega estava no ponto certo para fazer o gol.

Já Cássio Bambirra, estudante surdo de 13 anos, relatou que gosta mesmo é de conversar com ouvinte. Ele faz leitura labial muito bem e sabe expressar com clareza em LIBRAS, pois sua mãe é surda e seu pai ouvinte. Ele disse que quer ter a opção de conversar com os colegas surdos e também com colegas ouvintes. Tem história que ele conta que o colega surdo não compreende e ele quer contar para os ouvintes. Já Fabrício Fidalgo, relata que não gostou de conviver com ouvintes no inicio do projeto, porque sendo ele, filho de pais surdos, sempre conviveu com surdo e a comunicação mediada por Libras. Quando ele viu aquele tanto de pessoas mexendo com a boca não gostou. Demorou um tempo para acostumar, “ouvinte mexe demais com a boca e a gente não entende nada, ouvinte tem que aprender também Libras”, afirmou.


A exibição do filme no anfiteatro e o contato com outros surdos adultos
O documentário foi exibido também no anfiteatro do Instituto de Educação. Neste dia teve também o lançamento de um livro escrito pelas coordenadoras do filme. O livro intitulado “Um mistério a resolver: o mundo das bocas mexedeiras” conta a história de uma criança surda que não sabia por que as bocas das outras pessoas mexiam e se faziam compreender e ela fazia a mesma coisa e não era compreendida. Como este livro foi traduzido para Libras pelo ator surdo Nelson Pimenta, ele veio para o lançamento do livro e para o lançamento do documentário. As crianças e adolescentes da escola puderam conversar e tirar foto com o ator surdo que elas viam em vídeo na sala de aula. Nelson é o ator de muitas das histórias produzidas pelo INES, como os três porquinhos. As crianças surdas viram que as pessoas surdas podem ser protagonistas como eles foram ao fazer o filme.


Quem ganhou nesta interação?
Fica difícil afirmar quem ganhou nesta interação dos estudantes surdos e ouvintes. Os estudantes surdos aprenderam que o mundo não é só de surdos, como estavam acostumados com o dia a dia da escola especial. Viram que os ouvintes fazem um monte de sinais que o surdo não entende como foi o caso do pirulito. Os estudantes surdos chegaram na sala de aula e relataram para a professora que as meninas ouvintes eram “safadas” e que estavam fazendo o sinal de “sexo”para eles. Fizeram o sinal com a língua mexendo no interior da bochecha. A professora foi juntamente com os estudantes surdos conversar com as meninas. A professora percebeu que elas estavam chupando pirulito sem o cabo. Depois de esclarecido a história todos puderam rir bastante e os dois grupos aprenderam nesta situação. Os surdos viram que nem todos os sinais que os ouvintes fazem significava que estão conversando em Libras e os ouvintes viram que os sinais que eles fazem podem ser interpretado de forma diferente pelos surdos.

Os estudantes ouvintes aprenderam que os surdos têm um jeito de ser, como bem afirma o ator surdo Nelson Pimenta. Os surdos não são piores e nem melhores, mas tem um jeito próprio de ver o mundo e de significar as coisas. Acredito que todos ganharam nesta interação, houve trocas significativas. O importante é que aprendendo sobre os dois mundos podemos perceber que eles não precisam estar separados e nem distantes. Não precisam se referir ao outro com “eles”, mas podemos dizer que “nós” temos jeitos diferentes de ver o mundo e que é esta diferença que nos une e nos faz mais humanos.


Bibliografia
QUARDOS, Ronice Müller de. SCHMIEDT, Magali L. P. Idéias para ensinar português para alunos surdos ­ Brasília: MEC, SEESP, 2006. 120 p.QUARDOS, Ronice Müller de. SCHMIEDT, Magali L. P. Idéias para ensinar português para alunos surdos ­ Brasília: MEC, SEESP, 2006. 120 p.

QUARDOS, Ronice Müller de. Educação de Surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre. Artes Médicas. 1997.. 39, n. 3, p. 297-309, 2004.

SKLIAR, Carlos (org.). Um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Ed. Mediação, 1998.

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Ensino da língua portuguesa para surdos: caminhos para a prática pedagógica. Brasília: MEC/SEESP, 2002. Volumes 1 e 2.




Ozana, Heloisa Mara, Maria Amin, Luis Carlos Freitas, Nelson Pimenta e Maria Lucia Mansur

OZANA VERA GIORGINI DE CARVALHO, pós graduação em práticas de Educação Inclusiva pela UEMG, pedagoga pela UFMG, intérprete e Instrutora de LIBRAS certificada pelo MEC, escritora e ilustradora de Livros infantis, educadora de Surdos sendo professora efetiva da rede municipal de Contagem/MG.
E-mail: ozanagiorgini@gmail.com

HELOISA MARA DOS SANTOS CAMPOS, estudante de pedagogia pela Universidade Castelo Branco, screener da síndrome de Irlen, instrutora e interprete de LIBRAS.
E-mail: heloisamarasc@terra.com.br

MARIA AMIN DE OLIVEIRA , neuropediatra pela UFMG com pós graduação em Educação especial e LIBRAS pelo Instituto Eficaz, pós graduação em Neurociência. Instrutora de LIBRAS certificada pelo MEC, escritora de livros infantis.
E-mail: aminmaria@terra.com.br

MARIA LUCIA MANSUR OLIVEIRA , professora de letras, trabalha na secretaria do Estado de Educação na secretaria de Educação especial, pós graduação em Educação especial e LIBRAS pelo Instituto Eficaz, escritora e ilustradora de livros infantis.
E-mail: marialuciamansur@yahoo.com.br

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