Escrita de Sinais – Por que não?

Por SÉRGIO RIBEIRO

Foi somente no final da década de 1950, que a língua de sinais passou a ter atenção de cientistas e lingüistas, através dos estudos de STOKOE.  Deste então, muita coisa tem mudado para a comunidade surda mundial, não só em relação a sua língua, como cultura e direitos.
Na questão educacional, no Brasil, está reconhecido que a educação do surdo é bilíngüe, valorizando assim sua língua de sinais como língua materna ou natural e o português como um segundo idioma a ser aprendido na modalidade escrita.
Porém, muitas questões ainda não estão claras com respeito a esta educação bilíngüe, como trabalhá-la na pré-escola e ensino fundamental?  E a inclusão do aluno surdo, como pode a língua de sinais ser priorizada quando o surdo está inserido numa classe predominantemente ouvinte, com professor ouvinte que sabe muito pouco sobre sua língua e cultura?
Mas o fato é que a educação bilíngüe na verdade retrata uma conquista da comunidade surda que é o simples fato do reconhecimento de sua língua e do direito de ser educado neste idioma.  Desta forma, poderíamos bem perguntar:  Uma classe de alunos surdos, onde é utilizado a língua de sinais por professores e alunos, deveria ser chamada de classe especial ou sala regular de surdos?  A educação bilíngüe impõe uma nova forma de ver a educação dos surdos e os conflitos acontecem justamente quando tenta-se utilizar uma metodologia que não leve em conta esta nova característica, que não valorize a especificidade do aluno surdo.
Neste contexto podemos citar então a escrita de sinais, qual a sua importância na educação do aluno surdo e para a comunidade surda em geral?
Todos sabemos que a história se faz através da escrita, ou seja, é a partir do surgimento da escrita que conhecemos o que hoje chamamos de história, o que ocorreu antes dela é considerado como pré-história.  Inegavelmente, a escrita desempenha um papel de extrema importância na disseminação da informação e preservação da mesma.

Porém, existem línguas que são consideradas ágrafas, ou seja, que não possuem uma representação escrita.  Em função disto, muitas se tornaram extintas, por esta razão tem surgido movimentos que buscam, através da escrita, um modo de preservá-las.  Quando falamos da preservação de uma língua, não estamos apenas falando em preservar um idioma, mas toda uma cultura.
Mas a questão é que nunca se precisou de que a língua de sinais fosse escrita.  Bom, neste caso, poderíamos nos perguntar se nunca se precisou ou se apenas nunca se pensou em estabelecer um modelo escrito para ela?  Mesmo a esta pergunta podemos encontrar a seguinte resposta.  Sim, já se pensou em registrar a língua de sinais de forma escrita. ITARD. já em 1842, afirmava que o homem a partir dos gestos poderia ter inventado uma escrita para registrar suas imagens visuais.  Em 1817, BEBIAN defendeu a tese de que os surdos deveriam ser instruídos em sinais também em sua modalidade escrita.  No final da década de 1950, STOKOE criou um sistema de notação escrita para registrar a língua de sinais em seus estudos.  Já ALEXANDER GRAHAM BELL afirmou que um método de consolidar os surdos numa classe distinta seria converter a língua de sinais para a escrita, para que possuíssem uma literatura comum distinta do resto do mundo.
Sem dúvida, a escrita abre novas possibilidades para uma língua e não é diferente no caso da língua de sinais.  Desde 1974, quando foi inventado o sistema conhecido como SignWriting temos presenciado esta possibilidade.  Hoje presente em mais de 40 países, este sistema é capaz de registrar todas as características das diferentes línguas de sinais ao redor do mundo, dando assim um novo status a elas e abrindo novas possibilidades em diversas áreas do conhecimento.
Já pensou em entrar numa livraria e comprar MACHADO DE ASSIS, JOSÉ DE ALENCAR entre outros totalmente escritos em LIBRAS?  Já pensou numa versão impressa da Bíblia? Tudo isto é possível com a escrita de sinais e o sistema SignWriting torna esta tarefa exeqüível.
Na campo da educação, a escrita de sinais viabiliza a própria pedagogia surda quando abre a possibilidade do professor trabalhar 100% com a língua de sinais.  O professor pode ler o descobrimento do Brasil com alunos, pedir que cada um leia parte do texto com suas próprias palavras, ou deveríamos dizer, suas próprias mãos?  Depois disto, o professor pode trabalhar o texto em sala através de questionário em Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) onde o aluno fará a leitura e interpretação do texto, respondendo em LIBRAS e depois se expressando a respeito do conteúdo.  Como cada aluno terá o livro-texto em LIBRAS, o professor poderá passar atividades para que os alunos aprofundem seus conhecimentos em casa.

A própria disciplina LIBRAS passa a ter uma nova abordagem, pois os alunos escrevendo os sinais podem analisar melhor sua estrutura aprimorando assim a própria compreensão da língua e gramática.  É inegável o benefício para o surdo ao aprender a ler e escrever primeiro em seu próprio idioma.  Este conhecimento servirá de base para o aprendizado de um segundo idioma, no caso do Brasil, o português.

Aqui no Brasil, o uso da escrita de sinais através deste sistema teve inicio em 1996.
Vamos, então ao capítulo do SignWriting no Brasil. No ano de 1996, a PUC do RS em Porto Alegre através do Dr. Antonio Carlos da Rocha Costa descobriu o SignWriting enquanto sistema escrito de sinais usado através do computador. A partir disso, SignWriting começou a tomar forma no Brasil. O Dr. Rocha formou um grupo de trabalho envolvendo especialmente a Prof. Marianne Stumpf e a Prof. Marcia Borba. Marianne é surda, professora na área de computação na Escola Especial Concórdia. Atualmente, ela está trabalhando com o SignWriting em algumas turmas. A Escola Especial Concórdia tem apoiado o desenvolvimento do SignWriting, pois tem considerado ser uma forma de escrever a língua de sinais. Marcia tem se envolvido com a parte de pesquisa relacionada à computação. Tive oportunidade de contatar Leonardo Mahler, um de seus alunos, que está desenvolvendo um softer juntamente com um grupo para acessar o dicionário do SignWriting. Temos certeza que do Departamento de Informática da PUC do RS teremos bons frutos do desenvolvimento desse sistema escrito no Brasil. O Dr. Rocha continua apoiando esse processo com muita dedicação.
O projeto de alfabetização está se constituindo a partir de contato estabelecido com Valerie Sutton durante minha estada nos Estados Unidos. Enquanto pesquisava a estrutura da língua brasileira de sinais – LIBRAS – e estudava as teorias que serviriam de base para minha tese, mantive contato intenso com Valerie Sutton discutindo sobre as formas de expressar a escrita e possibilidades de ter seu apoio no desenvolvimento do projeto para o Brasil. Valerie sempre foi bastante prestativa e eficiente. Ela gentilmente aceitou dar o suporte que necessitamos. Atualmente, estamos trabalhando na produção de estórias e na composição do dicionário bilíngüe, ou seja, sinal na LIBRAS e palavra em português. Esse é um trabalho interminável, pois quantidade é muito importante, além da qualidade, é claro. Tenho certeza que aos poucos teremos mais e mais escritores para colaborar neste processo e esperamos contar com suporte financeiro no Brasil para obtermos recursos para produção da estórias. Essa etapa é muito importante, pois a escrita se torna viva quando ela realmente existe. Quando os autores dessa escrita começam a produzir textos e a ler outros textos, essa escrita se torna algo significativo e passa a desempenhar um papel no processo de aquisição da escrita.
No Brasil, temos boas perspectivas de dar continuidade a esse processo, uma vez que algumas escolas começam a se interessar e buscar conhecer tal sistema. A Escola Especial Concórdia de Porto Alegre e a Escola Hellen Keller de Caxias do Sul/RS já começaram a aprender como escrever a LIBRAS. Esse é um passo que tende a ser trilhado por muitas outras escolas. Instituto Nacional de Educação de Surdos no Rio de Janeiro e algumas escolas em São Paulo começam a se interessar por SignWriting. A Federação Nacional de Educação e Integração de Surdos demosntra curiosidade. Esse é o processo!!
Tenho mantido contato com a Dr. Eulália Fernandez da UERJ e com a Dr. Regina Maria de Souza da UNICAMP sobre educação de surdos, comunidade surda e alfabetização. Nestes contatos, temos conversado sobre a possibilidade de implementação do projeto de alfabetização com o SignWriting e temos algumas luzes dispontando no caminho.
O Projeto de Alfabetização é uma porta para a aquisição da escrita da LIBRAS que servirá de suporte para um processo de aquisição do português escrito. (MÜLLER)

Meu contato com a escrita de sinais

Meu contato com a escrita de sinais aconteceu em meados de 2002, quando passei a atuar como instrutor do curso de oratório para uma classe da Escola do Ministério Teocrático numa das Congregações das Testemunhas de Jeová.  Este curso abrange vários aspectos da oratória, o que se constituía um grande desafio para os surdos.  Por exemplo, quando um aluno surdo recebia uma designação para uma demonstração, ele tinha uma fonte de matéria da qual deveria desenvolver um determinado tema, as fontes de matéria na época estavam disponíveis apenas em português, então um intérprete tinha que interpretar o assunto para que então o surdo pudesse desenvolver sua apresentação, o que geralmente era feito de memória.  Isto exigia muito dos surdos, principalmente os iniciantes que além de decorar conteúdo ainda tinham que dar atenção aos aspectos de oratória o qual estaria sendo observado e também com o nervosismo.  Uma alternativa era a preparação de um esboço, o que também era uma característica da escola, porém alguns esboços eram preparados em português, durante os ensaios com o intérprete os surdos conseguia decorar as palavras do português e seus respectivos sinais, porém quando chegava o dia de apresentar-se era comum esquecer-se dos sinais para as palavras que estavam escritas.  Ensinar o português para os surdos demandaria muito tempo, e alguns deles já estavam em fase pós-escolar e dificilmente voltariam a freqüentar uma sala de aula regular, também este não é o foco do curso, o foco é ensiná-los a tornar-se palestrantes em sua própria língua, ou seja, Libras.  Uma alternativa que funcionava muito bem era fazer desenhos em seqüência das idéias do que seria apresentado, como desenhos em quadrinhos, mas nem todos os intérpretes ou surdos eram bons desenhistas. Foi aí que inicie minha pesquisa sobre a existência de alguma forma de se escrever os sinais, pois isto ajudaria em duas situações distintas, primeiro a fonte de matéria poderia ser traduzida de forma escrita para o surdo e o mesmo não dependeria da disponibilidade do interprete para sua preparação e ensaios, já que teria a matéria escrita e poderia lê-la e relê-la quando necessário. Outra coisa é que poderia preparar seu próprio esboço ou notas para apresentar-se.          Dentre os sistemas que encontrei o que mais me chamou a atenção foi o sistema SignWriting, uma vez que era totalmente visual.  Passei então e pesquisar sobre sua utilização e funcionamento.  Uma vez entendido os princípios básicos de leitura e escrita eu precisava saber como os surdos receberiam esta nova proposta, a utilização de uma forma escrita de sua língua.  Reuni um grupo de surdos e ouvintes que eram estudantes do curso e apresentei a eles o sistema, no princípio acharam estranho mas quando entenderam o seu funcionamento logo se empolgaram com a idéia de sua utilização. Então iniciamos um curso de Signwriting com este grupo.  Notei que a media que os surdos entendiam com facilidade e logo assimilavam os princípios do sistema, o mesmo não ocorria com os ouvintes, que seriam os tradutores.  Em geral, achavam que seria mais fácil se os surdos aprendessem o português.

Esboço manuscrito feito e utilizado por um dos alunos

Acabou que eu e uma interprete, minha esposa, nos encarregamos de fazer as traduções de matérias para os surdos, desta forma iniciou-se então a utilização da escrita de sinais nesta Congregação. Com o tempo muitas matérias passaram a ser traduzidas em Libras pelas Testemunhas de Jeová, hoje 90% da fonte de matéria utilizada no curso está disponível neste idioma, tornando assim desnecessárias as traduções como antigamente, porém os surdos continuam a fazer uso da escrita em diversas situações, principalmente na elaboração de seus esboços e pesquisa.  E mesmo que exista hoje uma vasta quantidade de material em vídeo é curioso observar que estes surdos, que conhecem a escrita de sinais,ficariam muito felizes de poder ter estes materiais disponíveis também de forma escrita, principalmente uma versão da Bíblia totalmente em Libras impressa.
No lado profissional também passei a pesquisar sobre a escrita e a produção de literatura impressa.  Realizei várias palestras e cursos de signwriting para pessoas interessadas, comecei a notar o grande interesse neste tema e a escassez de material sobre o assunto. Então, nasceu o Centro Educacional Cultura Surda que entre outras coisas tem como foco principal a divulgação da cultura e língua de sinais, através de cursos, palestras e produção de material.  No curso de Libras, que é oferecido por nós, desde o inicio o aluno aprende a escrita de sinais, isto se mostrou uma ferramenta muito interessante para o ensino de Libras para ouvintes, pois além dos vídeos ele tem a disposição materiais escritos onde pode ler com suas próprias mãos os sinais, ajudando assim no desenvolvimento de sua habilidade com a língua bem o aprendizado da forma correta em que os sinais são realizados, pois ele tem um modelo escrito.
Temos buscado fazer parcerias com escolas que trabalham com educação de crianças surdas para a utilização da escrita de sinais nos anos iniciais junto com a disciplina de Libras.  Através desta experiência temos observado que o processo de aquisição da escrita de uma língua de sinais por uma criança surda tem seus próprios paradigmas, o que demandaria um campo interessante de pesquisa para o campo da educação, psicologia e lingüística.

Trabalho realizado por um aluno na Escola de Educação Infantil CAJEC
onde a mesma tinha que desenvolver um texto a partir da figura dada. Através da aquisição da escrita em seu próprio idioma a criança é capaz de desenvolver de forma mais natural o conceito de leitura e interpretação de texto, regras gramaticais e a estrutura da língua de sinais. Obviamente o professor precisar desenvolver uma metodologia de educação bilíngüe que valorize estes aspectos. Numa educação bilíngüe que utiliza a escrita de sinais, não estão descartados a utilização de outros recursos, como histórias em DVD, CD-ROM, etc.  Porém é importante compreender que estas mídias se complementam e uma não substitui a outra. a escrita é uma arte em si mesma e sua utilização cria o que costumo chamar de cultura da escrita, que poderá ser observada não só nos livros bem como em cartas, e-mails, bilhetes, placas, folhetos, anúncios, pixações em cadernos e outros materiais escolares, frases em bonés e camisetas, paginas da Internet, e até em cartaz de manifestações como o ocorrido na Gallaudet!

Cartas escritas por surdos

Acima de tudo é importante saber o que os surdos pensam sobre a escrita de sinais. Embora ela ainda não esteja tão difundida entre a comunidade surda, muitos surdos, principalmente aqueles envolvidos em projetos de pesquisa em universidades estudando e pesquisando sobre língua de sinais, tem feito manifestações favoráveis a respeito.

Eu estou escrevendo para dizer-lhes como me sinto em relação a SignWriting e como isto poderá beneficiar a Comunidade Surda. Eu nasci surda em uma família de surdos e sou usuária nativa da ASL. Trabalho com SignWriting desde 1982. Fui uma das primeiras surdas a escrever artigos em ASL utilizando o sistema SignWriting para o Jornal SignWriter. Depois eu e Valerie Sutton criamos o Deaf Action Committe For SignWriting ou DAC em 1988. Acho muito importante dar o meu depoimento a respeito da Escrita de Sinais. ASL antes do advento de SignWriting era um idioma sem sua forma escrita. Quando entrei em contato com SignWriting descobri que era possível ter uma forma de escrever nosso proprio idioma. Os Surdos americanos são uma minoria lingüística e não tem disponíveis livros que ensinem Inglês em sua língua nativa. Acho que podemos utilizar SignWriting para ajudar os surdos a aprenderem Inglês. Os Surdos se beneficiarão muito com livros, que explanem  a gramática da língua inglesa, escritos em ASL. Nós podemos utilizar SignWriting para escrever e preservar estórias, poemas e peças teatrais. Como vocês sabem, existem muitos poetas e atores surdos, e até hoje eles não tem como escrever em ASL sua própria literatura. Entretanto, SignWriting nos encoraja a ler e escrever e na minha opinião isto é o mais importante. Espero que vocês realmente aprendam SignWriting. Seu interesse e ajuda é muito importante para a Comunidade Surda ( Batch in Sutton, 2000 )
A criança ouvinte, quando vai para a escola, já conhece o significado das palavras. Quando ela aprende a ler, sabe o que as palavras significam, pois o português escrito apresenta características da fala, assim como se fosse um retrato. Quando aprende a ler, a criança ouvinte vê esse retrato e o reconhece. Por outro lado, a criança surda não ouve a fala da família. Então, ela vai para a escola, aprende a ler, mas não consegue entender o que as palavras representam, ela não consegue reconhecer o retrato porque antes não ouviu a palavra associada à ação ou ao objeto. Por isso, o surdo parece que sabe mas não entende o significado.
Nós, surdos, precisamos de uma escrita que represente os sinais visuais-espaciais com os quais nos comunicamos, não podemos aprender bem uma escrita que reproduz os sons que não conseguimos ouvir.
A escrita de sinais está para nós, surdos, como uma habilidade que pode nos dar muito poder de construção e desenvolvimento de nossa cultura. Pode nos permitir, também, muitas escolhas e participação no mundo civilizado do qual também somos herdeiros, mas do qual até agora temos ficado à margem, sem poder nos apropriar dessa representação. Durante todos os séculos da civilização ocidental, uma escrita própria fez falta para os surdos, sempre dependentes de escrever e ler em outra língua, que não podem compreender bem, vivendo com isso uma grande limitação (STUMPF, 2002).

Diante de tantas possibilidades, bem, podemos nos perguntar: Escrita de Sinais – Por que não?

Centro Educacional Cultura Surda

Nós do Centro Educacional Cultura Surda estamos emprenhados na elaboração de projetos e parcerias com Instituições que tenham interesse no uso e divulgação da escrita da Libras, bem como na elaboração de materiais literários e pedagógicos para surdos.  Estamos localizados Av. Dr. José Maciel nº 224, Jardim Maria Rosa, Taboão da Serra, SP. Contato pelo telefone (11) 4771-8133, por email contato@culturasurda.com.br ou pelo site www.culturasurda.com.br

Referencias Bibliográficas

MÜLLER, R. SignWriting uma forma de ler e escrever sinais [on-line] Disponível em: <http://www.signwriting.org/library/history/hist010.html>. Acesso em 27 de Janeiro de 2007.
SACKS, O. W. Uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
SOARES, M. A. L. A Educação do surdo no Brasil. Campinas, SP: Autores Associados; Bragança Paulista, SP: EDUSF, 1999.
STUMPF, M. R. Transcrição de língua de sinais brasileira em signwriting. In: LODI, A. C.B.; HARRISON, K. M. P.; CAMPOS, S. R. L.; TESKE, O. Letramento e minorias. Porto Alegre: Mediação, 2002. p. 62-70.
SUTTON, V. Lessons in SignWriting textbook. 3. ed., La Jolla, CA: Deaf Action Committee for SignWriting, 2000.

RIBEIRO, SERGIO, ouvinte, Analista de Negócio – PUC/Campinas, Didática – IPEC/SP e Especialista Educação Especial Auditiva/Mental, Fac. São Luiz/SP, atua como Diretor e Professor no Centro Educacional Cultura Surda.  Livros publicados em Libras: “O Menino, o pastor e o lobo” e “Davi”

E-mail: escritadesinais@yahoo.com.br e sergio.ribeiro@culturasurda.com.br